Bem...
Esse questionamento se mostra pertinente pelo momento econômico que estamos vivendo no mundo.
O discurso neoliberal se demonstrou uma verdadeira farsa ao longo do processo econômico no que se diz respeito aos pobres.
O argumento dos neoliberais é que o estado “empaca” as ações econômicas e o livre comercio “liberta” para o desenvolvimento tecnológico onde a competição estimula a produção e o consumo de melhor qualidade...
Vamos lá!
Se o Estado ou Nação não interfere dentro da questão econômica e tudo é privatizado, inclusive a educação, esse mesmo Estado ou Nação não investirá recursos para que os menos favorecidos tenham seus direitos respeitados.
Segundo Marx, o Estado é o mediador das lutas de classes, sendo assim, tendencioso para favorecer a classe dominante, ou seja, quem detém o poder?
Os ricos, então, se o Estado interfere na luta do rico contra o pobre, ele irá contra ele mesmo?
É lógico que não!
Por outro lado à interferência do Estado nas questões econômicas obriga os detentores do poder garantir o mínimo de sobrevivência, afim de que os menos favorecidos sejam tratados com o mínimo (e bota mínimo nisso) de dignidade.
Quando se privatiza, é como se tirassem recursos (do mínimo dos que se têm direitos) dos pobres e outras pessoas passam a comandar a economia de acordo com seus próprios interesses.
Existem áreas estratégicas para fortalecimento do poder soberano de um país, tais como:
Energia, comunicação, segurança, transporte, educação e recursos financeiros.
Quando se privatiza as estatais energéticas, o recurso de movimentação e de geração de energia que move a produção interna fica nas mãos dos empresários especuladores que colocam os preços como querem, pois não podemos viver sem energia.
A comunicação, como o que aconteceu com as empresas nacionais no final da década de 1990, é um setor estratégico, pois quem comanda a comunicação, influência na forma de pensar de um povo.
O transporte e a segurança esta ligada no nosso direito de ir e vir, ou seja, o Estado tem que garantir a segurança para que o cidadão cumpra com suas necessidades básicas de sobrevivência, como; trabalhar, estudar, se divertir e etc., o transporte entra na questão de que se eu não tiver o dinheiro suficiente, não posso me locomover, o que me impede de realizar as necessidades citadas anteriormente.
O investimento na educação é uma forma de socializar um povo, não só na questão financeira, mas também na questão intelectual de formação do cidadão, uma vez que a educação conscientiza (ou pelo menos deveria) o indivíduo.
Os recursos financeiros na mão da iniciativa privada, não passam para que recursos possam ser aproveitados em obras para o proveito de todos e sim de um pequeno grupo de pessoas que usam o dinheiro para se comprar tudo... Inclusive o poder, não gerando oportunidades de crescimento para os menores.
Fica aí minha mensagem...
Profº Frederico Machado F Rodrigues
Esse questionamento se mostra pertinente pelo momento econômico que estamos vivendo no mundo.
O discurso neoliberal se demonstrou uma verdadeira farsa ao longo do processo econômico no que se diz respeito aos pobres.
O argumento dos neoliberais é que o estado “empaca” as ações econômicas e o livre comercio “liberta” para o desenvolvimento tecnológico onde a competição estimula a produção e o consumo de melhor qualidade...
Vamos lá!
Se o Estado ou Nação não interfere dentro da questão econômica e tudo é privatizado, inclusive a educação, esse mesmo Estado ou Nação não investirá recursos para que os menos favorecidos tenham seus direitos respeitados.
Segundo Marx, o Estado é o mediador das lutas de classes, sendo assim, tendencioso para favorecer a classe dominante, ou seja, quem detém o poder?
Os ricos, então, se o Estado interfere na luta do rico contra o pobre, ele irá contra ele mesmo?
É lógico que não!
Por outro lado à interferência do Estado nas questões econômicas obriga os detentores do poder garantir o mínimo de sobrevivência, afim de que os menos favorecidos sejam tratados com o mínimo (e bota mínimo nisso) de dignidade.
Quando se privatiza, é como se tirassem recursos (do mínimo dos que se têm direitos) dos pobres e outras pessoas passam a comandar a economia de acordo com seus próprios interesses.
Existem áreas estratégicas para fortalecimento do poder soberano de um país, tais como:
Energia, comunicação, segurança, transporte, educação e recursos financeiros.
Quando se privatiza as estatais energéticas, o recurso de movimentação e de geração de energia que move a produção interna fica nas mãos dos empresários especuladores que colocam os preços como querem, pois não podemos viver sem energia.
A comunicação, como o que aconteceu com as empresas nacionais no final da década de 1990, é um setor estratégico, pois quem comanda a comunicação, influência na forma de pensar de um povo.
O transporte e a segurança esta ligada no nosso direito de ir e vir, ou seja, o Estado tem que garantir a segurança para que o cidadão cumpra com suas necessidades básicas de sobrevivência, como; trabalhar, estudar, se divertir e etc., o transporte entra na questão de que se eu não tiver o dinheiro suficiente, não posso me locomover, o que me impede de realizar as necessidades citadas anteriormente.
O investimento na educação é uma forma de socializar um povo, não só na questão financeira, mas também na questão intelectual de formação do cidadão, uma vez que a educação conscientiza (ou pelo menos deveria) o indivíduo.
Os recursos financeiros na mão da iniciativa privada, não passam para que recursos possam ser aproveitados em obras para o proveito de todos e sim de um pequeno grupo de pessoas que usam o dinheiro para se comprar tudo... Inclusive o poder, não gerando oportunidades de crescimento para os menores.
Fica aí minha mensagem...
Profº Frederico Machado F Rodrigues

Frederico,
ResponderExcluirBacana seu texto! Acredito que se você pegar a linha de pensamento Trotskista, poderá melhorar cada vez mais seu posicionamento politico, pois ele colaborou muito com a ideologia Marxista.
Abraços,
Paulo Roberto